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Back to San Francisco - Fim-de-Semana

O que fazer em San Francisco no fim-de-semana, depois que tu já conhece quase toda a cidade? Simples, tentar conhecer os locais que ainda não conhece.No sábado, depois de fazer compras em Gilroy, tratei de ir visitar locais que sempre quis conhecer. Basicamente, um passeio de nerd: as sedes da Apple, Google, Facebook e Pixar, além de ter a sensação de dirigir pela Bay Bridge e pela Lombard Street (a rua mais sinuosa do mundo). Já no domingo, minha idéia foi visitar o museu California Academy of Science e o Golden Gate Park. O California Academy of Science é um grande museu, contendo um planetário muito legal e uma reprodução de uma floresta tropical, com exemplares das florestas de Bornéu, Costa Rica, Madagascar e da floresta Amazônica. Além disso, muito legal o dinossauro da entrada, conforme abaixo: Já o Golden Gate Park é o terceiro parque mais visitado dos Estados Unidos, tendo a área 20% maior do que o Central Park (em New York). É realmente gigante, com uma impressionante área ...

Back to San Francisco - Chirp

Tive a possibilidade de estar presente no Chirp , o primeiro evento oficial de desenvolvedores promovido pelo Twitter . No evento, eles lançaram as novidades da API (Streming API, annotations, @anywhere, places e promoted twitters), novo site para desenvolvedores e o lançamento "oficial" da nova home-page. Além dos lançamentos, houveram várias sessões técnicas que valeram a pena a viagem até San Francisco. Interessante o "estado da arte" do Twitter: 3 bilhões de requisições por dia Crescimento de 1500% por ano 15% das requisições via mobile 75% das requisições originadas fora do site twitter.com 100 mil aplicativos registrados (eram 50 mil em dezembro/2009) Ou seja, se alguém ainda não se ligou, o Twitter é basicamente uma empresa que provê uma plataforma de comunicação em tempo real para terceiros. Logo, eles inventaram os "Promoted Twitters" para conseguirem se sustentar, com um modelo de negócio que ainda terá de ser testado para ver se funcio...

Fazendo um encurtador de URLs

A Microsoft (assim como o Google e vários outros) lançou um encurtador de URLs. Na real, o que ela fez foi simplesmente criar um domínio que serve como proxy ao Bit.ly , usando a infraestrutura do último. Tempos atrás criei o meu próprio encurtador de URLs para testes. A idéia do encurtador existente era simples: uma tabela em base de dados com um ID numérico e a URL a ser encurtada. Cada URL é única na base de dados e, assim, possui um único ID. Este ID era convertido para base 36 e, assim, tínhamos uma URL mais curta. Claro que fiz isto em um tempo absurdamente curto, apenas para testes de viabilidade. Entretanto, como gostei da idéia da Microsoft, resolvi fazer o mesmo. Assim, criei um "proxy" ao Bit.Ly, usei a API de desenvolvedor disponibilizada por eles e, agora, tenho outro encurtador de URL sem precisar utilizar a infraestrutura do Nóis (que não é lá estas coisas). Não fica tão curta porque não quis registrar um domínio com poucas letras para fazer isto, mas já ...

Inteligência vs Conhecimento

Uma coisa que sempre lembro enquanto dou aulas é que inteligência nada tem a ver com o conhecimento. Pessoas pensam que, quanto mais estudarem, mais inteligente elas vão ficar. Na vida real, nem sempre isto acontece. Conheço pessoas que ficam debruçadas em livros e sites um grande tempo do dia, tentando ficar mais inteligentes. Entretanto, o que elas ganham é mais conhecimento e não a inteligência. Uma definição simples de inteligência, feita por Sergio Navega no artigo "Confundindo Inteligência com Conhecimento" (ver aqui ) diz que inteligência é a habilidade da pessoa de gerar o conhecimento. Ou seja, se tu não consegue gerar ou produzir algum conhecimento sobre alguma coisa, não estás exercitando a tua inteligência. Conversando com um colega, ele lembrou do caso dos autistas, pessoas que podem ter uma inteligência muito avançada, porém geralmente é uma inteligência específica, sem um conhecimento mais apurado devido à dificuldade de ambientação social. Outro exemplo é aqu...

Como se sentir um Dalit

Li um excelente artigo de Eunice Mendes, onde ela fala sobre "Os Dalits nossos de cada dia" (original aqui ). Ela faz uma comparação entre a hierarquia de castas indiana, onde os dalits são considerados "pessoas impuras" e a cultura hierárquica do mundo ocidental. Em um dos parágrafos, ela expressa exatamente quem seriam os "nossos dalits ": Um mendigo na rua Uma criança pedindo esmolas Pessoas vendendo mercadorias na sinaleira Um gari limpando a rua Um carteiro entregando cartas na chuva Isto pode provar que as pessoas não são valorizadas pelo que elas são e, sim, pela sua "função social". Ela continua, citando que durante o nosso trabalho, também estamos sujeitos a nos sentirmos como dalits quando: um novo profissional exerce o mesmo cargo que o seu e entra na empresa ganhando o dobro do seu salário; o diretor não o convida para o fim de semana na casa de praia, mas convida todo o resto do seu grupo; aquele trainee trata você com arrogância e...

Um exemplo de Apego Infantil

Esta semana resolvi trocar de carro. Troquei o meu velho Pálio 2004 branco por um Prisma 2010 preto. Foram várias as vantagens nesta troca: Um para-brisa rachado por um com para-brisa novo Um tanque de gasolina furado por um tanque Flex Bancos mordidos pelas crianças por bancos cheirando a novo Direção dura por direção hidráulica Motor 1.0 por motor 1.4 Trocar um carro usado por um carro zero Entretanto, tive um problema familiar com esta troca. Meu filho mais novo gostava muito do Pálio . E quando eu digo gostava muito, quero dizer uma relação quase de amor pelo carro. Tanto que, quando eu levei o Pálio para a concessionária (para, se tudo der certo, nunca mais voltar), ele chorou a tarde inteira pela falta do Pálio . Achei que ele estava sentindo falta de um carro mas não, ele estava sentindo falta do Pálio . Não adiantou argumentar com ele todas as vantagens. Não adiantou argumentar com ele que mudanças como esta sempre são para melhor. Realmente ele tem um apego muito grande pe...

Por que apenas 140 caracteres no Twitter?

Li no Blue Bus um artigo de Julio Hungria que explica por quê as mensagens de texto são limitadas a 160 caracteres e por quê o Twitter usa 140. Cultura inútil para que você possa colocar em uma conversa com amigos nerds em uma mesa de bar (sim, porque " os nerds também bebem "). Você já se perguntou por que as mensagens de SMS tem no máximo 160 caracteres (algumas até menos que isso) e por que o Twitter limita em 140? O Los Angeles Times publicou uma matéria sobre o homem que determinou o limite de 160 caracteres e como foi que ele chegou a esse número. Se você pensa que houve uma longa e profunda pesquisa envolvendo engenheiros, está errado. O responsável por estabelecer o máximo de 160 caracteres foi o alemão Friedhelm Hillebrand , que em meados dos anos 80 era chairman de um comitê de serviços de dados na Global System for Mobile Communications , um grupo que formava parâmetros para o mercado global de comunicação mobile. Hillebrand sentou diante de uma m...