sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Fazer as funcionárias trabalharem apenas de lingerie



Para comemorar recorde de vendas, a fabricante de lingerie Audrey Underwear, de Taiwan, pediu a suas 500 funcionárias mulheres que fossem trabalhar usando apenas a roupa de baixo. Mais de 90% atenderam. A empresa decidiu repetir a ideia uma vez por mês, diz a Trendhunter Magazine. (do Blue Bus)





Em empresas de Informática, na maior parte dos casos, possivelmente causaria frustração! :-D

Dez dicas para a festa de confraternização da empresa



Em época de festas de fim-de-ano, muitas empresas costumam fazer suas confraternizações.
Assim, seguem 10 dicas de como tratar estas festas de empresas:

1) Não vá

2) Resolveu encarar? Lembre-se: você tem todo o direito de enfiar os dois pés na jaca, beber até virar uma bailarina russa e vomitar aos litros. Mas, na frente do seu chefe e do dono da empresa, não pega bem.

3) Você não vai conquistar a estagiária ensopado de suor, pendurado no lustre e mostrando a bunda.

4) Com 'mé' de graça, a bebedeira não tem limite. Mas seu fígado tem.

5) Não tente se vingar do big boss nesse momento de confraternização - dando uma rasteira no sujeito enquanto ele dança enlouquecido na pista, por exemplo. Sempre há testemunhas.

6) O mesmo vale para quem se aproveita da ausência do cônjuge e resolve mudar de cardápio: isso nunca ficará apenas entre vocês dois, três, quatro...

7) Não é todo mundo que bebe. E são os sóbrios que contarão para a empresa inteira os micos que você pagou - principalmente aqueles dos quais você não se lembra mais e, por isso, não pode contestá-los.

8) Não encha a cara só para ter coragem de encarar a pista. Seus neurônios mergulhados em álcool e embalados pelo 'tutsi-tutsi' não te transformarão num Fred Astaire, mas no próprio Exu Caveira.

9) Não se iluda: você não vai ganhar uma promoção oferecendo seu ombro para o chefe vomitar em cima.

10) Se você quer enfiar os dois pés na jaca, aguente as consequências porque seus amigos querem se divertir ,e não passar a noite ao lado da ambulância..(colaboração da De Cassia)


11) Se você não perde uma festa da firma, se prepara o ano inteiro para ir - compra roupa nova, ensaia passinhos - e não entende quem foge do evento como o Renan do Senado, é bom reavaliar o seu conceito de lazer. Ou procurar tratamento.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Antes de ser pai



Antes de ser pai eu fazia e comia os alimentos ainda quentes
Eu não tinha roupas manchadas.
Eu tinha calmas leituras no computador.
Conseguia tomar uma cerveja sem ela esquentar

Antes de ser pai eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de pentear os cabelos e escovar os dentes.

Antes de ser pai eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.

Antes de ser pai ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser pai eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.... eu dormia a noite toda...

Antes de ser pai eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentado horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser pai eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.
Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser pai.

Antes de ser pai eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não conhecia esse laço que existe entre a pai e a sua criança.
Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.

Antes de ser pai eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.
Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser um pai.
Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.

Por tudo e, apesar de tudo, obrigado, meu Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.

sábado, 24 de novembro de 2007

Navio M/S Explorer afunda na Antártica




Muito estranha esta notícia.


Um navio, chamado M/S Explorer afundou ontem na Antártica (detalhes aqui).


Isto deve ser um viral de Linux, pois um navio chamado MS Explorer (Microsoft Explorer) afundou na terra dos Pingüins (mascote do Linux).


Post completamente Nerd e inútil!


segunda-feira, 12 de novembro de 2007

A Greve dos Roteiristas Norte-Americanos



Existem várias pessoas que, como eu, gostam de ver as séries produzidas pelas televisões norte-americanas. Entretanto, a greve dos roteiristas pode provocar um "caos" televisivo que, se perdurar por mais algum tempo, irá me obrigar a ficar vendo "A Grande Família" ou reprises ao invés de assistir House M.D. ou Lost.

Estava pensando que os roteiristas eram pessoas que apenas queriam mais dinheiro por coisa pouca mas, após ler a entrevista que Damon Lindelof (co-criador e roteirista-chefe de Lost) deu para o New York Times, começo a ver esta greve de outro modo. Ainda fico indignado por não poder ver episódios novos, mas posso entender um pouco melhor a situação.

Seguem as palavras de Lindelof:


Eu devia ter me dado conta disso quatro anos atrás quando comprei meu primeiro TiVo, mas a negação é sempre o primeira fase do luto. Eu simplesmente não podia reconhecer que essa maravilhosa invenção anunciava o início do fim.

TiVo armazena seus filmes e séries em um hd (como de um pc), permitindo que você assista o episódio do “The Daily Show” da noite anterior tão facilmente quanto você abre documentos no seu laptop. Na verdade, uma vez que você tenha baixado transmissão original - perdão, eu quero dizer ‘gravado’ - pode vê-lo no seu momento de lazer. Na manhã seguinte. No próximo ano. Quando bem quiser. Para que agora? Você é dono desse episódio. E o melhor de tudo, você o tem de graça.

A televisão sempre foi gratuita. Claro, se você quiser ver todos os jogos da NFL (Liga de Futebol americano) em alta definição, terá que pagar, mas as redes de tv ainda oferecem sua programação totalmente de graça. transmissão redes continuam a oferecer os seus horários para todo absolutamente nada. O único porém, é claro, é a obrigatoriedade de ter que assistir comerciais. Economicamente é uma troca justa. As emissoras gastam para fazer as séries, as oferecem ao público, e recuperam o investimento através das propagandas. O que infelizmente nos traz a coisa mais maavilhosa que o TiVo faz: ele permite que você ignore os comerciais que mantém todo sistema funcionando.

Vinte porcento dos lares americanos já possuem esses aparelhos que armazenam filmes e séries de tv indefinidamente e permitem que você ignore os comerciais. Esses aparelhos provavelmente vão proliferar em uma escala significante em breve, e quase todo mundo terá um. Eles também vão ficar menores, e a tela retangular na sua sala não será realmente televisão, será um computador. E o que trará tudo aquilo que você assiste? Não será o cabo de tv; será a internet.

Isso provavelmente pode parecer empolgante para quem gosta de tv, mas se você está envolvido na produção dessas séries, não é nada mais que aterrorizante. Deve ter sido assim que os artistas de palco sentiram-se na primeira vez que viram um filme mudo; sentados ali dando conta que eles acabavam de se tornar extintos: afinal, quem iria querer ver um espetáculo de sapateado quando poderia ver Harold Lloyd dependurado em um relógio a 15 metros de altura?

Mudanças sempre provocam medo, mas eu já acreditei que a morte da nossa amada televisão uniria todos aqueles afetados, os talentos e estúdios, criadores e afins. Estamos todos com medo e deveríamos sentí-lo juntos. No entanto estamos profundamente divididos.

O sindicato dos roteiristas americanos - WGA na sigla em inglês- e do qual orgulhosamente faço parte entrou em greve. Passei a semana passada em picket do lado de fora dos estúdios Walt Disney, meu empregador, cantando slogans e caminhando lentamente pela calçada.

A motivação para essa ação drástica - e uma greve é drástica, uma verdade que venho conhecendo ainda mais a cada dia que passa - é o desejo do sindicato em receber uma porção derivada da renda gerada pela internet. Isso não é novidade: a mais de 50 anos os roteiristas tem direito a receber uma pequena parcela dos lucros dos estúdios gerados pela reexibição de nossos filmes ou séries; quando algo que criamos é produzido ou vendido em dvd, recebemos royalties. Os estúdios porém, recusam-se a aplicar a mesma regra para a internet.
Minha série, Lost, já foi exibida centenas de milhões de vezes desde a disponibilização no site da ABC. Os downaloads exigem que o espectador assista uma propaganda, da qual a emissora recebe alguma coisa. Quem escreveu os episódios não ganha nada. Também somos um sucesso no iTunes (onde os episódios de séries são vendidos a $1,99 cada). E de novo, não recebemos nada.

Se a greve durar mais que três meses, uma temporada inteira da tv vai terminar em dezembro. Não teremos dramas, comédias, ou Daily Show. A greve também vai impedir que qualquer piloto seja gravado, portanto mesmo que a greve chegue ao fim até lá, você não verá nenhuma série nova até janeiro de 2009. Tanto o sindicato e os estúdios concordam em um ponto: a situação seria brutal.

Eu provavelmente serei arrastado pelas ruas e queimado vivo se os fãs tiverem que esperar mais um ano pela volta de Lost. E quem poderia criticá-los? A opinião pública pode estar ao noso lado agora, mas depois que a audiência tiver passado um mês ou mais assistindo “America’s Next Hottest Cop” e “Celebrity Eating Context”, tenho poucas dúvidas de que a corrente vai se virar contra nós. O que me leva à segunda fase do luto: raiva.

Estou furioso porque sou acusado de ser ganancioso pelos estúdios que estão sendo gananciosos. Estou bravo porque minha ambição é justa e razoável: se dinheiro é ganho com o meu produto através da internet, então tenho direito a uma parcela. A ambição dos estúdios, por outro lado, esconde-se atrás do cinismo, de declarações de que não ganham nada na internet, de que a exibição online é puramente “promocional”. É mesmo?

Sobretudo, estou furioso por não estar trabalhando. E não trabalhar significa não ser pago. Meu salário semanal é consideravelmente maior do que a pequena porcentagem dos ganhos da internet que estamos tentando obter nessa negociação e se eu ficar no picket por apenas três meses, jamais vou recuperar essas perdas, independente do acordo que for feito.
Mas estou disposto a aguentar firme para um tempo maior que três meses porque essa é uma luta pela sobrevivência de uma geração futura de roteiristas, cujo trabalho não será televisionado, mas sim distribuído através de um chip.

As coisas ficaram feias e as linhas de comunicação se perderam completamente entre o sindicato e os estúdios. Talvez ainda não seja tarde demais, já que ambos os lados da disputa tem uma coisa em comum: nosso luto por como as coisas costumavam ser. Em vez de brigarmos uns com os outros, talvez devessemos nos mover em prol da tv.

Porque a terceira fase do luto é a barganha.

E precisamos baganhar, porque quando a televisão finalmente desaparecer, ainda existirá entretenimento; ainda teremos séries e filmes, bem ali na tela da sala. E tal qual os donos dos teatros de vaudeville que se reergueram, os estúdios vão descobrir formas de ganhar rios de dinheiro do que quer que seja exibido na tela.

E nós ainda estaremos escrevendo cada palavra.

O Bug Não Pára



Até parece que este pessoal tá com tempo!
Na seqüência de "Teste Outra Vez", abaixo segue a grande canção "O Bug Não Pára".
Com isto, espero encerrar a série "Músicas-sobre-problemas-na-hora-de-testar-programas"


quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Teste outra vez



Estamos tentando colocar um produto novo em produção mas, infelizmente, o terceiro que desenvolve acaba enviando mais bugs a cada pacote enviado.
Claro que já explicamos a eles mais de uma vez toda a engenharia de software que pode ser utilizada para que isto não aconteça, mas mesmo assim parece que entra por um ouvido e sai pelo outro.
Por isto, dois colegas meus resolveram fazer uma música sobre isto. Ficou muito boa e resolvi fazer um vídeo.
Assistam e digam se não é assim nos sistemas das empresas de vocês.


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Mais frases para MSN



"A lucidez não tem contra-indicação" (Lama Padma Samten)

"Se tudo está sob controle, você está muito devagar" (Mario Andretti)

"Ninguém pode persuadir uma pessoa a mudar. Possuímos uma porta para mudança, mas ela só pode ser aberta por dentro" (Marlyn F.)

"O modo de ser depende de decisões, e não de condições"

"As pessoas tem algo em comum, são todas diferentes"

"É melhor ser pessimista do que otimista. O pessimista fica feliz quando acerta e quando erra"

"Se você tem medo da solidão, não se case" (Anton Chekov)

"Para que repetir os erros antigos quando se há tantos erros novos a se cometer?"

"Casa de tolerância é um local onde se tolera tudo, menos a falta de dinheiro"

"É melhor ter a pessoa certa fazendo a pergunta errada, do que a pessoa errada fazendo a pergunta certa" (Scott Adams)

Chris Rock e o Amigo Platônico



Gosto muito do Chris Rock. Ele é o pai das "stand-up comedies" que aparecem por aí.
A vantagem é que ele é americano e que me faz acreditar que as situações cômicas são iguais em todos os países.
Já coloquei aqui a análise dele sobre o Casamento (faça uma busca no botão ao lado por "casamento" para ver) e agora coloco a visão dele sobre os amigos platônicos.
Chris Rock merece um Oscar!




"Nunca perguntem para uma mulher com quantos homens ela já transou, porque você não vai querer saber!"